1
Culto dos Jovens
2
Primeiro Encontro de Mulheres Presbiterianas
3
Refletindo Sobre a Morte na Ótica de um Jovem
4
Estudo Bíblico de Quinta-feira
5
Encontros dos Homens
6
Culto de Comemoração aos 159 Anos de IPB
7
IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL – 159 anos de História
8
Feijoada com os Amigos
9
Por que EU?
10
Encontro de Jovens de Junho

Refletindo Sobre a Morte na Ótica de um Jovem

Se você fosse morrer amanhã, talvez percebesse que a existência do hoje não é vã. Quem sabe notaria quão pequenas são as diferenças que nos separam e quão grandes as semelhanças que nos unem, quem sabe. Se fosse morrer amanhã provavelmente arriscaria sem hesitar e não teria tempo para lamentar os erros do passado, pois a efemeridade do presente te consumiria muito.

Cogito até a possibilidade de que demonstraria amor como jamais fez antes, já que seu tempo está acabando e você nunca tinha parado para pensar sobre isso. Talvez por um dia você não se importaria com sua bagagem enorme de tarefas do trabalho ou com a pilha de livros que você precisa ler para o fim do semestre.

Quem sabe perceberia que passou toda a sua vida buscando futilidades e esqueceu de simplesmente viver. Eis a diferença: existir não é viver. Viver transcende bruscamente a concepção de existir. Espero que não perca a vida tentando ganhá-la e talvez você só tenha consciência disso quando for tarde demais. Quando não houver mais tempo. Suponho talvez que a autêntica felicidade não se encontra em lugares, bens ou até mesmo em pessoas. Quem sabe ela sempre esteve aí dentro de você, adormecida num cantinho que você jamais ousou tocar.

Se você fosse morrer amanhã, talvez não teria medo de arriscar e tomaria vinte segundos de coragem e diria tudo aquilo que sempre quis dizer. Pois como certa vez disse um sábio: “os homens vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido”. Diante disso, custo a dizer que esse amanhã irá chegar e deixo a seguinte pergunta:

o que você faria se fosse morrer amanhã?

Wagner Diniz dos Santos Junior

Estudo Bíblico de Quinta-feira

Venha participar conosco do nosso Estudo Bíblico:

06/09 - 19:30hs na Segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro
13/09 - 19:30hs na Segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro
20/09 - 19:30hs na Segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro
27/09 - 19:30hs na Segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro

IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL – 159 anos de História

Hoje temos igrejas presentes em todos os cantos do nosso Brasil, lutando bravamente para que o Reino de Deus seja vivenciado e influencie a nossa querida nação; Tudo isso fruto da ação de Deus e da coragem do jovem Simonton.

Reverendo Hernandes Dias Lopes em um de seus artigos faz uma discrição a respeito de nosso missionário de maneira sucinta, mas bem direta que vale a pena ser transcrita aqui.

“1. SUA FAMÍLIA: Foi o nono filho, o caçula, de uma família piedosa. Seu pai era presbítero, médico e político, tendo sido duas vezes eleito deputado para o Congresso Nacional. Simonton foi consagrado ao ministério da Palavra no batismo infantil.

2. SEU CHAMADO PARA O MINISTÉRIO: No dia 14 de outubro de 1855, após ouvir um sermão do Dr. Charles Hodge sobre a tarefa da igreja, sentiu-se chamado para as missões. Fez o curso de teologia no seminário de Princeton, em New Jersey. Após concluí-lo, decidiu viajar para o Brasil. Quando alguém questionou o fato de ele se dedicar a um país ainda pobre e assolado por várias doenças endêmicas, ele respondeu: “A única segurança está na submissão à vontade e aos propósitos divinos. Sob a direção de Deus, o lugar de perigo é o lugar de segurança e, sem a sua presença, nenhum abrigo é seguro”.

3. SEU CASAMENTO: Ao saber da enfermidade da mãe, Simonton deixou o Brasil e retornou aos Estados Unidos. Mas, ao chegar, ela já havia falecido. Simonton ficou então um ano em seu país de origem. Nesse tempo, casou-se com Helen Murdock. Após dois meses de casado, regressou ao Brasil. Em 19 de junho 1864, nove dias após nascer-lhe a filha Helen, sua adorável esposa morreu.

4. SEU TRABALHO: O jovem pioneiro deixou marcas profundas e indeléveis na história do presbiterianismo e da evangelização nacional: a) organizou a escola dominical em 22 de abril de 1860 com cinco crianças , usando como livros textos : a Bíblia, o Catecismo e o Peregrino, de John Bunyan; b) organizou a Primeira Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro em 12 de janeiro de 1862; c) criou o primeiro jornal – A Imprensa Evangélica, em 5 de novembro de 1862; d) organizou o primeiro presbitério, o Presbitério do Rio de Janeiro, em 17 de dezembro de 1865, quando foi ordenado ao sagrado ministério o ex-padre José Manoel da Conceição; e) criou o primeiro seminário teológico em 14 de maio de 1867.

5. SUA MORTE: Em 9 de dezembro de 1867, aos 34 anos de idade, morreu em São Paulo, de febre amarela, este heróico jovem desbravador. Sua irmã, esposa do Rev. Blackford, perguntou-lhe, em seus últimos lampejos de consciência: “O que será dos crentes e do trabalho que você está deixando?”. Ele respondeu: “Deus levantará alguém para tomar o meu lugar. Ele fará o seu trabalho com os seus próprios instrumentos. Nós só podemos apoiar-nos nos braços eternos e estar quietos”.

159 anos depois o evangelho continua sendo levado por homens e mulheres que Deus tem levantado; Uma igreja com raízes em solo brasileiro que tem expandido seus horizontes em países como Japão, Espanha, Chile, Paraguai e tantos outros que precisam conhecer o Senhor Jesus Cristo.

Seu pastor e amigo Wagner dos Santos

Por que EU?

Rute 2:1-11

…Como é que me favoreces?… v.10

Rute era uma estrangeira. Ela era viúva e pobre. Em muitas partes do mundo de hoje, ela seria considerada um ninguém — alguém cujo futuro não detém qualquer esperança.

Todavia, Rute encontrou favor aos olhos de um parente de seu falecido marido, um homem rico e proprietário dos campos onde ela decidiu pedir permissão para recolher grãos. Em resposta à bondade dele, Rute perguntou: “…Como é que me favoreces e fazes caso de mim, sendo eu estrangeira?” (Rute 2:10).

Boaz demonstrou a Rute tal compaixão, e lhe respondeu com sinceridade. Ele havia ouvido falar de suas boas ações por sua sogra Noemi e de como ela escolhera deixar seu país e seguir o Deus dela. Boaz orou para que Deus, “…sob cujas asas…” ela havia vindo para obter refúgio, a abençoasse (Rute 1:16; 2:11,12; Salmo 91:4). Como seu parente redentor (Rute 3:9), ao casar-se com Rute, Boaz se tornou seu protetor e parte da resposta à sua própria oração.

Como Rute, fomos estrangeiros e distantes de Deus. Podemos nos questionar por que Deus escolheria amar-nos quando somos tão indignos. A resposta não está em nós, mas nele: “…Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). Cristo se tornou nosso Redentor. Quando somos salvos, estamos sob as Suas asas protetoras.

Pão diário devocionais

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