-Mensagens

1
IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL – 159 anos de História
2
Por que EU?
3
Prudência & Entendimento
4
Palavra e Ação Andam Juntas!
5
Novo Ano, Novos Sonhos, Mas o Mesmo… DEUS
6
Cristãos Deveriam Ter Árvores de Natal?
7
A Glória do Natal
8
O Impossível Pertence a Deus
9
A Luta Contra o Pecado – Por Ronaldo Lidório
10
A Palavra Que Sai da Boca de Deus

IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL – 159 anos de História

Hoje temos igrejas presentes em todos os cantos do nosso Brasil, lutando bravamente para que o Reino de Deus seja vivenciado e influencie a nossa querida nação; Tudo isso fruto da ação de Deus e da coragem do jovem Simonton.

Reverendo Hernandes Dias Lopes em um de seus artigos faz uma discrição a respeito de nosso missionário de maneira sucinta, mas bem direta que vale a pena ser transcrita aqui.

“1. SUA FAMÍLIA: Foi o nono filho, o caçula, de uma família piedosa. Seu pai era presbítero, médico e político, tendo sido duas vezes eleito deputado para o Congresso Nacional. Simonton foi consagrado ao ministério da Palavra no batismo infantil.

2. SEU CHAMADO PARA O MINISTÉRIO: No dia 14 de outubro de 1855, após ouvir um sermão do Dr. Charles Hodge sobre a tarefa da igreja, sentiu-se chamado para as missões. Fez o curso de teologia no seminário de Princeton, em New Jersey. Após concluí-lo, decidiu viajar para o Brasil. Quando alguém questionou o fato de ele se dedicar a um país ainda pobre e assolado por várias doenças endêmicas, ele respondeu: “A única segurança está na submissão à vontade e aos propósitos divinos. Sob a direção de Deus, o lugar de perigo é o lugar de segurança e, sem a sua presença, nenhum abrigo é seguro”.

3. SEU CASAMENTO: Ao saber da enfermidade da mãe, Simonton deixou o Brasil e retornou aos Estados Unidos. Mas, ao chegar, ela já havia falecido. Simonton ficou então um ano em seu país de origem. Nesse tempo, casou-se com Helen Murdock. Após dois meses de casado, regressou ao Brasil. Em 19 de junho 1864, nove dias após nascer-lhe a filha Helen, sua adorável esposa morreu.

4. SEU TRABALHO: O jovem pioneiro deixou marcas profundas e indeléveis na história do presbiterianismo e da evangelização nacional: a) organizou a escola dominical em 22 de abril de 1860 com cinco crianças , usando como livros textos : a Bíblia, o Catecismo e o Peregrino, de John Bunyan; b) organizou a Primeira Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro em 12 de janeiro de 1862; c) criou o primeiro jornal – A Imprensa Evangélica, em 5 de novembro de 1862; d) organizou o primeiro presbitério, o Presbitério do Rio de Janeiro, em 17 de dezembro de 1865, quando foi ordenado ao sagrado ministério o ex-padre José Manoel da Conceição; e) criou o primeiro seminário teológico em 14 de maio de 1867.

5. SUA MORTE: Em 9 de dezembro de 1867, aos 34 anos de idade, morreu em São Paulo, de febre amarela, este heróico jovem desbravador. Sua irmã, esposa do Rev. Blackford, perguntou-lhe, em seus últimos lampejos de consciência: “O que será dos crentes e do trabalho que você está deixando?”. Ele respondeu: “Deus levantará alguém para tomar o meu lugar. Ele fará o seu trabalho com os seus próprios instrumentos. Nós só podemos apoiar-nos nos braços eternos e estar quietos”.

159 anos depois o evangelho continua sendo levado por homens e mulheres que Deus tem levantado; Uma igreja com raízes em solo brasileiro que tem expandido seus horizontes em países como Japão, Espanha, Chile, Paraguai e tantos outros que precisam conhecer o Senhor Jesus Cristo.

Seu pastor e amigo Wagner dos Santos

Por que EU?

Rute 2:1-11

…Como é que me favoreces?… v.10

Rute era uma estrangeira. Ela era viúva e pobre. Em muitas partes do mundo de hoje, ela seria considerada um ninguém — alguém cujo futuro não detém qualquer esperança.

Todavia, Rute encontrou favor aos olhos de um parente de seu falecido marido, um homem rico e proprietário dos campos onde ela decidiu pedir permissão para recolher grãos. Em resposta à bondade dele, Rute perguntou: “…Como é que me favoreces e fazes caso de mim, sendo eu estrangeira?” (Rute 2:10).

Boaz demonstrou a Rute tal compaixão, e lhe respondeu com sinceridade. Ele havia ouvido falar de suas boas ações por sua sogra Noemi e de como ela escolhera deixar seu país e seguir o Deus dela. Boaz orou para que Deus, “…sob cujas asas…” ela havia vindo para obter refúgio, a abençoasse (Rute 1:16; 2:11,12; Salmo 91:4). Como seu parente redentor (Rute 3:9), ao casar-se com Rute, Boaz se tornou seu protetor e parte da resposta à sua própria oração.

Como Rute, fomos estrangeiros e distantes de Deus. Podemos nos questionar por que Deus escolheria amar-nos quando somos tão indignos. A resposta não está em nós, mas nele: “…Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). Cristo se tornou nosso Redentor. Quando somos salvos, estamos sob as Suas asas protetoras.

Pão diário devocionais

Prudência & Entendimento

1 Crônicas 22:12 – Que o SENHOR te conceda prudência e entendimento, para que, quando regeres sobre Israel, guardes a lei do SENHOR, teu Deus.

O grave momento pelo qual passa o país nos permite uma série de reflexões sobre o papel da igreja diante de tudo o que está acontecendo. Creio que a maioria concorda que a primeira providência que devemos tomar é a da oração, afinal de contas, se Deus não agir, sozinhos não podemos fazer absolutamente nada. Mas, além de orar, podemos fazer algo mais?

Sim, podemos! Podemos preparar nossos filhos para que assumam posições de governança no sistema político do Brasil. E, devemos fazê-lo a partir de uma ruptura com a dicotomia criada no passado entre o exercício da política e a profissão genuína da fé cristã. Cresci ouvindo pessoas dizendo que cristãos verdadeiros não poderiam ser políticos e, a consequência está aí, não criamos muitos homens fiéis para ocuparem essas posições e as entregamos a homens que não tem temor do Senhor.

Davi, por exemplo, quando preparava o seu filho para assumir o trono, suplicou a Deus que lhe concedesse prudência e entendimento para que Salomão fosse fiel a Deus na sua administração do reino. E, seguramente, o que ele ensinou a seu filho foi fundamental para que Salomão regesse o povo de Israel sendo fiel ao Senhor.

Creio que Deus tem vocacionado seus servos, também para a política, por meio dos dons que lhes concede, mas cabe a nós, além de ORAR, a responsabilidade de preparar uma geração de governantes tementes a Deus. E isto também é nosso ministério!

Pr. Cleverson Moreira
Capelão do Seminário Presbiteriano de Belo Horizonte

Palavra e Ação Andam Juntas!

Nesses primeiros domingos do mês de janeiro, temos falado muito em fazer a diferença como igreja, família e indivíduo.

Para que isso aconteça, aprendemos que precisamos ser: uma igreja cada dia mais bíblica e que essa prática, nos leva a uma profunda intimidade e maturidade com Deus e também nos enche de esperança para enfrentarmos os embates da vida. (2 tm 3:16 e 17).

Aprendemos também, que uma igreja que faz a diferença, tem a generosidade como algo costumaz (2 co 8:1 a 6). Ela busca formas e oportunidades para exercer a misericórdia, onde se encontra inserida.

Como vimos em uma das aulas da escola dominical, sobre a influência protestante em nossa cidade a figura do coronel joaquim ribeiro; homem de Deus, comprometido com sua cidade e também com sua fé cristã; temos a necessidade nosdias atuais, de pessoas que façam a diferença onde o senhor da igreja as colocarem.

Diante disso, gostaria de te desafiar a ser um servo diferenciado; um homem que tenha a palavra de Deus na mente e no coração; mas, que a coloque em prática através de atos de generosidade.

Que Deus possa ser exaltado, através da nossa vida!!!

Seu pastor e amigo Wagner dos Santos.

Novo Ano, Novos Sonhos, Mas o Mesmo… DEUS

Para alguns de nós 2017 foi um ano de grandes realizações e conquistas, para outros de perdas e frustrações. Independente de como foi seu 2017, já está se tornando passado e com o raiar de um novo dia, em breve chegará 2018 queira ou não.
A minha palavra nesse início de ano é de estímulo; mas, acima de tudo de reflexão quanto ao novo ano e o que nos espera.

Para alguns que continuarão reclamando, 2018 não promete nada; vai ser uma continuação do marasmo de 2017.

Para outros que continuarão escravos do negativismo, 2018 será apenas a continuação de uma vida cheia de lutas.

Mas, para aqueles que acreditam que as misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã, 2018 será um ano abençoado porque a presença do Eterno se fará presente mais uma vez na nossa caminhada.

Nesse novo ano, iremos trabalhar com o tema: “Chamados para fazer a diferença”, tendo como texto base, I Tessalonicenses 4:7 “Porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação”.

Nossa comunidade se encontra no mesmo local há 67 anos, se ela não existisse será que a nossa vizinhança sentiria falta? Também não tenho a resposta; Mas o grande desafio é sermos um luzeiro neste bairro, nesta cidade que o Senhor nos colocou.

Então, diante de toda nossa limitação, mas certos de que Deus está na direção das nossas vidas, vamos começar 2018, não reclamando, nem com espírito de derrotado; mas sim, confiantes que temos uma grande obra a ser realizada e que o Supremo Pastor nos chamou para que seja feita!

Todos Juntos como “SEGUNDA FAMÍLIA” , procurando fazer a vontade do PAI.

Seu pastor e irmão,
Wagner Dos Santos

Cristãos Deveriam Ter Árvores de Natal?

À medida que o Natal vai chegando, questões como esta começam a aparecer. Como tudo na vida, é importante olharmos para estas questões com discernimento bíblico.

Neste caso, não vemos nada de errado com a tradicional árvore de Natal. Porém, alguns têm ensinado que é errado para qualquer cristão ter uma árvore de Natal em suas casas. Será que as razões para isso são válidas? Achamos que não. Vamos dar uma olhada nas duas objeções mais comuns que as pessoas fazem contra as árvores de Natal.

Primeiro, alguns são contrários às árvores de Natal por elas terem origens pagãs.

Acredita-se que Bonifácio, missionário inglês na Alemanha do século oitavo, instituiu a primeira árvore de Natal. Ele supostamente substituiu os sacrificios feitos ao carvalho sagrado do deus Odin, por um abeto enfeitado em tributo a Cristo. Alguns outros afirmam que Martinho Lutero foi quem introduziu a idéia da árvore de Natal iluminada com velas. Baseado nestas informações podemos dizer que a árvore de natal tem um excelente pedigree cristão.

Porém, mesmo se um histórico pagão fosse claramente estabelecido, isso não necessariamente significaria que nós não poderíamos usar árvores de Natal. Talvez a analogia a seguir ajude.

Durante a II Guerra Mundial, os militares americanos usaram temporariamente algumas ilhas remotas do Pacífico Sul como pistas de aterrissagem e como depósitos de suprimentos. Antes daquela época, os povos indígenas tribais nunca tinham visto tecnologia moderna de perto. Grandes aviões cargueiros chegavam cheios de materiais, e pela primeira vez os nativos viram isqueiros (que eles achavam ser mágicos), jipes, geladeiras, rádios, ferramentas elétricas e uma enorme variedade de alimentos.

Quando a guerra terminou, os nativos concluiram que os homens que trouxeram a carga eram deuses, então eles começaram a construir templos para os deuses da carga. Eles tinham a esperança de que os deuses da carga voltariam com mais bens.

A maioria das pessoas sequer sabe sobre esta superstição religiosa. Da mesma forma, poucos sabem qualquer coisa sobre a adoração de árvores. Quando uma criança puxa um grande presente de debaixo da árvore de Natal e desembrulha um modelo de avião cargueiro, ninguém olha pra aquele objeto como um ídolo. Nem nós vemos a árvore de Natal como uma espécie de deus dos presentes. Nós entendemos a diferença entre um brinquedo e um ídolo tão claramente quanto entendemos a diferença entre um ídolo e uma árvore de Natal. Não vemos uma razão válida para fazer qualquer conexão entre árvores de Natal e ídolos de madeira ou adoração de árvores. Aqueles que insistem em fazer essas associações deviam prestar atenção nos avisos nas Escrituras contra julgar os outros em coisas duvidosas (vejam Romanos 14 e I Coríntios 10:23-33).

Outra reclamação comum é que as árvores de Natal são proibidas na Bíblia. Jeremias 10 é muito usado para dar apoio a este ponto de vista. Mas uma olhada mais de perto nesta passagem vai mostrar que o texto não tem nada a ver com árvores de Natal e tudo a ver com adoração a ídolos. O verso oito diz “querem ser ensinados por ídolos inúteis; Os deuses deles não passam de madeira.”

Adoração a ídolos era uma clara violação dos Dez Mandamentos. Êxodo 20:3-6 diz: “Não terás outros deuses além de mim. Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o SENHOR,o teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, mas trato com bondade até mil gerações aos que me amam e obedecem aos meus mandamentos.”

Não há conexão entre a adoração aos ídolos e o uso de árvores de Natal. Nós não devíamos ficar ansiosos a respeito de argumentos vazios contra as decorações de Natal. Em vez disso, deveríamos focar no Cristo do Natal, esforçando-nos com toda a diligência a lembrar a verdadeira razão de comemorarmos esta data.

John MacArthur

A Glória do Natal

Na noite que Jesus nasceu algo espetacular aconteceu. As planícies de Belém tornaram-se o teatro para um dos shows mais espetaculares de som e luz na história humana. Todo o céu irrompeu em louvor. Lucas nos diz o que aconteceu:

Naquela mesma região, havia pastores que estavam no campo, à noite, tomando conta do rebanho. E um anjo do Senhor apareceu diante deles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor; e ficaram com muito medo. Mas o anjo lhes disse: Não temais, porque vos trago novas de grande alegria para todo o povo; é que hoje, na Cidade de Davi, vos nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E este será o sinal para vós: achareis um menino envolto em panos, deitado em uma manjedoura.

Então, de repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu junto ao anjo, louvando a Deus e dizendo: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens a quem ele ama”. (Lucas 2.8-14) O visitante angelical estava cercado pela glória de Deus. A glória estava brilhando. Essa glória não pertencia ao anjo. Era a glória de Deus, significando seu modo divino de ser. Foi o esplendor divino que envolveu o mensageiro celestial, um resplendor divino visível.

Quando os pastores de Belém tremeram de medo, eles foram admoestados pelo anjo: “Não temais, porque vos trago novas de grande alegria para todo o povo; é que hoje, na Cidade de Davi, vos nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lucas 2.10-11). Todo ser humano anseia por um salvador de algum tipo. Buscamos alguém ou algo que resolverá os nossos problemas, aliviará a nossa dor, ou concederá o objetivo mais ilusório de todos, a felicidade. Desde a procura por sucesso no trabalho à descoberta do parceiro ou amigo perfeito, fazemos a nossa busca.

Mesmo na preocupação com esportes mostramos uma esperança por um salvador. Quando a temporada de esporte termina com mais perdedores do que vencedores, ouvimos o grito das cidades ao longo de todo o país: “Esperem até o próximo ano!”. Então chega o projeto ou uma nova safra de novatos, e os fãs depositam suas esperanças e sonhos no novo garoto que trará glória ao time. O novato, o novo cliente, a nova máquina, as novidades que chegarão no correio de amanhã são todos objetos de esperança; mas esperança que nenhuma criatura pode garantir.

A explosão de luz que inundou os campos de Belém anunciou o advento de um Salvador capaz de cumprir a tarefa.

Observamos que o recém-nascido Salvador é também chamado de “Cristo o Senhor”. Aos pastores atônitos esses títulos estavam impregnados de significado. Esse Salvador é o Cristo, o Messias há muito esperado de Israel. Todo judeu lembrava da promessa de Deus que um dia o Messias, o ungido do Senhor, viria para libertar Israel. Esse Messias-Salvador é também Senhor. Ele não somente salvará o seu povo, mas será o Rei deles, seu Soberano.

O anjo declara que esse Salvador-Messias-Senhor nasceu “para nós” [vos nasceu]. O anúncio divino não é um oráculo de julgamento, mas a declaração de um presente. O Rei recém-nascido nasceu para nós.

R.C.SPROUL

O Impossível Pertence a Deus

Deus tem poder e autoridade ilimitada para governar tudo.

Alguém já disse: “Deus sempre faz o impossível” e nós podemos acrescentar: “e, às vezes, o mais óbvio também”. A cidade de Samaria estava sofrendo a ior seca de sua história. O exército sírio tinha isolado essa cidade e o resultado foi uma devastadora fome. O relato bíblico é preciso em 2 Reis 6.24-29. O futuro era incerto e desesperador.

Quando as coisas pareciam irremediáveis, Deus insurge contra o estado de calamidade do seu povo e faz Sua declaração de esperança e livramento, de salvação e redenção daquela calamidade. Deus prometeu salvar e suprir a cidade. O que o povo necessitava, estava assegurado nessa promessa. É certo que, pelas dificuldades de muitas circunstâncias, temos dúvidas de que a solução vem.

Por vezes, precisamos de algo concreto para crer. Eles precisavam ver as portas da cidade se abrirem, o exército inimigo ser reprimido e destruído, a fome saciada. Mas a dúvida tomou conta de muitos a respeito da promessa de Deus. E você, acreditaria em Deus numa circunstância assim?

Deus cumpriu a promessa. Ele interviu naquela situação, de maneira assombrosa. Ele fez o exército sírio fugir, em pânico, e deixar todos os suprimentos. Ficou alimentos, um grande banquete para as pessoas famintas! O Deus do passado é o mesmo hoje, no presente. O tempo físico é o mesmo, para a redenção de Deus. É o tempo da proclamação do nome de Jesus Cristo.

Os nossos problemas não são resolvidos por poderes e forças vindos de estruturas humanas. Mas, a solução para cada um deles é pelo mover de Deus. Não importa as circunstâncias, Deus realiza o impossível para nos suprir com as bênçãos de que precisamos.

Não há porque temer ou duvidar da Palavra de Deus ao passar pelas adversidades. Elas não devem nos deter ou nos aprisionar, porque as promessas de Deus geram em nós um espírito de luta, de esperança, de otimismo, porque sabemos que Jesus é o mesmo de ontem, de hoje e eternamente, com todo poder e autoridade no céu e na terra para fazer o impossível.

Pastor Washington Luiz da Silva
Igreja Batista de Sobradinho

A Luta Contra o Pecado – Por Ronaldo Lidório

“Quando um homem se torna melhor, compreende cada vez mais claramente o mal que ainda existe em si. Quando um homem se torna pior, percebe cada vez menos a sua própria maldade” (C. S. Lewis).

A humildade é um claro sinal de maturidade cristã na jornada em busca de uma vida íntegra, pois é fruto da compreensão da nossa total dependência de Deus. Quanto mais buscamos uma vida íntegra na presença de Deus, mais somos confrontados pelo Espírito nas áreas da nossa alma que precisam de conserto, perdão, libertação e cura. E esse confronto gera um espírito de humildade, pois percebemos quem somos e o quanto necessitamos do Senhor em nossas vidas. Outro sinal de maturidade cristã é o contentamento, pois não nos aproximamos do sol ao meio dia sem percebermos a sua luz. Ao nos aproximarmos do Senhor perceberemos, sempre, a Sua bondade nas pequenas e derradeiras coisas da vida. Se você deseja avaliar o crescimento espiritual de um amigo, ou seu próprio, observe a humildade o contentamento.

Devemos lembrar que a busca pela integridade denuncia o pecado. Richard Baxter, teólogo e homem piedoso, autor de mais de 130 livros, afirma em seu livro ‘O pastor aprovado’ que “é mais fácil julgar o pecado que dominá-lo” e desafia-nos a vigiarmos para “não suceder que convivamos com os mesmos pecados contra os quais pregamos”. Em Gn 17:1 lemos que Deus disse a Abraão: “Eu sou o Deus todo poderoso; anda na minha presença e sê perfeito”. Andar na presença de Deus leva-nos ao caminho da perfeição na mesma medida que andar em Sua presença aponta de forma clara as nossas imperfeições.

No processo de santidade o pecado precisa ser denunciado. Não nos tribunais humanos ou nas conversas de bastidores, mas no encontro do pecador com Jesus. Um dos grandes desafios cristãos é definirmos o pecado biblicamente (aquilo que terrivelmente nos afasta de Deus) e não sociologicamente, em uma escala de intensidade daquilo que é mais ou menos aceito pela sociedade. Ao falarmos de pecado vem à nossa mente o que rotulamos como pior ou inaceitável, como o roubo, a traição e o assassinato. Outras sociedades também possuem suas compreensões do pecado em diferentes graus de intensidade. Entre os Konkombas de Gana o maior pecado é mentir. Entre vários indígenas da Amazônia é ser avarento, ou sovina, como se referem. É preciso, porém, observar que o pecado, mesmo não embutido de um simbolismo socialmente degradante, igualmente nos afasta de Deus. Facilmente censuramos a embriaguez, mas não confrontamos a gula. Apontamos para a falta de domínio próprio nas explosões físicas e verbais, mas convivemos pacificamente com a inveja. Iramos contra a corrupção pública, mas somos tolerantes com as trocas e a manipulação política na igreja.

Quando Paulo nos advertiu dizendo que a carne luta contra o Espírito e este contra a carne, enfatiza que não derrotaremos a carne lutando contra a carne. A carne será derrotada ao sermos cheios do Espírito (Gl 5.17). Isto não dilui a necessidade de estarmos alertas, pois somos encorajados a resistir ao pecado (1Co 10:13), visto que o pecado está à porta e a nós cumpre dominá-lo (Gn 4.7). Significa que os processos de transformação que contrariam a carne se darão pela presença e atuação do Espírito Santo em nossas vidas – e possivelmente uma das primeiras ações do Espírito é injetar repúdio ao pecado em nosso coração. O maior passo para uma vida íntegra e santa é sermos cheios do Espírito.

Homens maduros e com longo tempo de liderança do povo de Deus sistematicamente nos alertam para o cuidado com a vida devocional. Richard Cecil expressa que o principal defeito dos ministros cristãos está centrado na deficiência quanto ao hábito devocional. Edward Bounds, citando Robert Murray McCheyne em seu belo texto ‘Comece o dia em oração’ , alerta: “Eu sinto que é muito melhor começar com Deus – ver a Sua face primeiro, elevar a minha alma para junto do Senhor – antes de me aproximar dos outros”.

João Calvino, reformador e teólogo, registra nas ‘Institutas da religião cristã’ que “Nós não somos nossos, portanto não definamos nossos próprios planos e caminhos de acordo com a nossa vontade. Nós não somos nossos, portanto lutemos para esquecer de nós mesmos e de tudo o que é nosso. Somos de Deus, vivamos para Ele e morramos para Ele. Somos de Deus, assim deixemos que a Sua sabedoria guie nossas ações. Somos de Deus, portanto busquemos que o maior alvo de nossas vidas seja, em todas as coisas, irmos ao Seu encontro”.

Para os líderes cristãos uma das maiores barreiras para uma vida devocional é o próprio ministério. Por possuirmos um envolvimento integral com o ministério é fácil não termos tempo para a oração, leitura e reflexão pessoal e devocional na Palavra, pois estamos ocupados trabalhando para Ele. Tento manter minha mente dirigida pelo comentário de Jesus sobre Marta e Maria . O trabalho que Marta realizava era legítimo, valioso e honroso. Era para o Mestre. Ela desejava ter a casa arrumada e a comida pronta. Ela desejava servir a Jesus e o fazia com competência. Maria, porém, estava aos Seus pés e esta escolheu a melhor parte. O serviço que posso prestar para o Senhor jamais deve substituir minha vida com Ele e meu tempo com Ele. A melhor parte a que Jesus se refere não está ligada tão somente ao desejo do Mestre, mas sim à necessidade de Maria. Ela precisava estar aos Seus pés.

A melhor parte não é apenas um ritual que agrada a Deus, mas também um elemento que sacia a nossa alma e nos dá direção. Sem estarmos com Ele, o serviço eventualmente também perecerá. Teremos perdido a visão do alto, o rumo certo, as motivações bíblicas que antes estavam em nossos corações, a brandura no relacionamento, a paixão por Ele e pelos perdidos. Teremos, enfim, apenas uma casa bem arrumada, com uma mesa posta, bonita, e comida quente. E só.

Devemos lidar com o pecado tanto em uma esfera subjetiva, suas motivações e tendências, como de forma prática e objetiva. C. S. Lewis nos fala sobre o auto engano que interage com o pecado quando afirma que “um homem mediocremente mau sabe que não é muito bom; um homem inteiramente mau pensa que é justo ”. Expõe, assim, a mundana tendência de lidarmos com o pecado através de ilusões e fantasias, não da verdade.

Creio que boa parte dos problemas ligados à vida cristã, liderança e relacionamentos, são resultado de questões espirituais. Observando de longe percebe-se o conflito entre pessoas, a dificuldade em perdoar, a complexidade das demandas, a intolerância pessoal e os erros recorrentes. A raiz desses processos, porém, é espiritual. Não são consertados por livros de autoajuda ou pelo estudo das 20 regras para tornar-se um bom cristão. São coisas do coração. Boa parte dos conflitos que drenam nosso tempo e energia não aconteceriam se, na luta contra o pecado, tivéssemos uma vida devocional melhor – se estivéssemos aos Seus pés e não apenas arrumando a casa.

Ronaldo Lidório
Para mais notícias, acesse http://ronaldo.lidorio.com.br/wp/

A Palavra Que Sai da Boca de Deus

Assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei (Is 55.11).

Todo cristão deveria desprezar ou evitar qualquer coisa que prejudique o seu conhecimento de Deus, que roube o seu prazer de orar e estudar a Bíblia e tudo que mate a sua vontade de servir a Deus. C.H. Spurgeon disse: “desviados começam com Bíblias empoeiradas e terminam com vestes sujas”. A sua vida cristã será um reflexo do valor que você dá a leitura bíblica devocional e diária.

Primeiro, ela sai da boca de Deus: “assim será a palavra que sair da minha boca”. O Deus que pensa é o Deus que fala. Ele verbaliza o que pensa para que possamos conhecer os seus pensamentos. Os seus pensamentos são diferentes e até se opõem aos nossos. Os homens não rejeitam a Bíblia porque ela se contradiz, mas porque ela os contradiz em seus erros e pecados. A Palavra de Deus é perfeita, poderosa e penetrante. Quando você ler a Bíblia, Deus fala com você. Segundo, ela não é inútil: “não voltará para mim vazia”. Toda palavra pronunciada por Deus produz efeitos e não retorna para Deus sem resultados. A Bíblia é útil para nos ensinar, corrigir e alimentar-nos. J. R. Miller diz: “um versículo da Bíblia pela manhã, pode tornar-se uma bênção para todo o dia. Ele pode cantar no coração como uma doce canção, desde a manhã até a noite. Pode tornar-se uma liturgia de oração em que a alma expressa as suas necessidades e anseios mais profundos, em meio labutas, lutas e preocupações”.

Terceiro, ela cumprirá um propósito: “mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei”. A palavra de Deus realiza a sua vontade e cumpre o propósito para o qual foi designada. Ele envia a sua palavra com propósitos variados e específicos: criar, restaurar, vivificar, salvar, curar e consolar. Deixe a Palavra de Deus encher sua mente, governar o seu coração e guiar a sua língua. Seja moldado, santificado e transformado pela Palavra de Deus. Apegue-se a esta promessa, ore e peça a Deus para abrir o seu coração.

Pr. Arival Dias Casimiro

Segunda IPB Rio Claro - Todos os Direitos Reservados 2014. Criação de Sites Postali